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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Primeiro do mundo, metrô de Londres faz 150 anos e reativa maria-fumaça


Como andaríamos por vários cantos de Londres, optamos pelo cartão eletrônico Oyster Travel Card de 7 dias (29,20 libras + 5,00 pelo cartão/cada, zonas 1 e 2, onde estão concentradas as principais atrações).


As 5,00 libras são reembolsáveis se devolver o cartão (nós não sabíamos e não fizemos isso. 

Bem, certamente voltaremos à Londres e utilizaremos novamente! rs).

O metrô de Londres não é barato se comparado a alguns países e até mesmo na cidade de São Paulo (4.30 libras  por viagem nas zonas centrais como as 1 e 2), mas convenhamos, a infraestrutura é excelente!


Tem metrô em tudo que é lugar e chega-se fácil, fácil em qualquer canto de Londres. Optando pelo Oyster, pode-se viajar várias vezes dentro da zona correspondente a qualquer hora do dia, por 7 dias. Com isso dá pra economizar muitas, muitas libras. 



Outra opção de transporte é o ônibus, os famosos double decks vermelhos. 

Há por toda a cidade. Nós optamos apenas pelo metrô.

As tarifas abaixo são de 2012. Em 2013 serão reajustadas. Tabela aqui.










E a companhia para as nossas viagens foi os famosos tabloides Metro e London Evening Standard. 

É distribuído no "tube" de manhã e no final da tarde. 

E mesmo que você não consiga pegar um exemplar, seja na entrada ou na saída do "tube", dentro dos vagões sempre tem vários sob os dos assentos.  

sábado, 22 de dezembro de 2012

Abadia de Westminster | Big Ben | Piccadilly Circus | London Eye | London Chinatown | Hamleys Toy Shop

Nossa primeira atração turística quando chegamos pela manhã foi a Abadia de Westminster

Saímos do hotel e caminhando pela rua, vimos as ruas forradas de folhas. É outono em Londres. A cidade está com suas arvores coloridas de laranja, vermelho e amarelo... É um espetáculo de beleza.

Chegamos na Estação Earls Court e compramos o Oyster Card (post aqui), que nos permitiria fazer diversas viagens de metrô de ônibus durante nossa estada em Londres.

Para chegarmos a Abadia de Westminster seguimos de metrô para a estação Westminster, pela Piccadilly Line.







A abadia é belíssima! Há muita história nesse lugar desde sua fundação no ano de 960 D.C. até as coroações...


...inúmeras pessoas importantes que estão lá sepultadas (Isaac Newton, Charles Darwin, etc.) de importantes funerais como da princesa Diana, em 1997...

A entrada lateral da Abadia

Repleta de turistas
... e casamentos importantes como o do Príncipe William e Kate Middleton, em 2011.

Infelizmente não é possível fotografar dentro da abadia, apenas a partir do claustro.

O claustro da Abadia
Da abadia seguimos a pé até o Big Ben e o Parlamento agora rebatizado em Setembro/12 de Torre Elizabeth em homenagem ao jubileu da rainha (será que vão se acostumar?). 





Da Westminster Bridge, sob o Rio Tâmisa, tiramos muitas fotos. A vista é espetacular e dá para ver a London Eye.



Piccadilly Circus | Palácio de Buckingham | Osquestra Filarmônica de Londres


Nosso plano era o de todos os dias acordar cedo pra fazer render e aproveitar o máximo possível da cidade enquanto era dia, pois com a chegada do inverno anoitecia mais cedo - por volta das 17:00 horas já estava escuro.

Dentre as muitas atrações escolhidas para o dia, as principais eram assistir (ou tentar) a troca da guarda no Palácio de Buckingham, almoçar no bairro de Notting Hill, e à noite, assistir um concerto da Filarmônica de Londres no Royal Festival Hall, dentro do Southbank Centre.

Voltando ao café da manhã... Nos primeiros dias optamos por não nos servir do café do hotel (não estava incluso na diária), pois queríamos aproveitar mais o tempo e de quebra, explorar, conhecer e tomar café como os ingleses.

Não tivemos muita sorte nos primeiros dias. No primeiro dia acabamos escolhendo um café qualquer e comemos algo rápido e básico: café e croissant simples (nos impressionamos com a qualidade do croissant. Nada comparado ao que comemos no Brasil, que é nada mais é do que massa de pão).

E rumamos para a Piccadilly Circus.


A vibrante Piccadilly Circus
E a Regent Street
                                          
Encontramos uma Piccadilly escura, cinzenta, quase noite, mas iluminada pelos seus grandes painéis. De lá, seguimos pela Regent Street, uma rua enorme, com um grande comércio, praticamente um shopping a céu aberto - até melhor do que qualquer um.

Foi na Regent Street que encontramos a Fortnum & Mason, uma das mais famosas, tradicionais e antigas - tem mais de 300 anos -  lojas de departamentos de Londres. Lá tem de tudo, desde acessórios para o vestuário e muitas delícias para comer. Passamos apenas pelo piso térreo, mais conhecido como food hall. Ali se concentram as mais deliciosas e apetitosas comidinhas como biscoitos, tortas, bolos, chocolates, cafés e chás.


Pode-se comprar e levar todas essas delícias para casa.


Havia muita coisa alusiva ao jubileu da rainha; canecas, xícaras e pratos estampados com a cara da rainha Elizabeth. Lá também serve o tradicional chá das cinco. 

Há uma grande variedade de geléias e de chás. Prometemos retornar lá pelo final da viagem pra comprar pelo menos algumas caixinhas de chá.

A loja no final de 2011 foi parcialmente destruída por conta dos ataques de vandalismo que assolaram Londres. As lojas da Oxford Street também sofreram e foram depredadas. No início de 2012, a realeza inglesa esteve lá para reinaugurá-la.

Já estava perto das 11:00 da manhã, quando pegamos o metrô e seguimos a pé pelo Green Park até o Palácio de Buckingham. Ainda dentro do parque, de longe, víamos a multidão.

Diana Memorial Walk, no Green Park
                                                               
Os portões reais


A multidão à espera é uma atração à parte


Conseguimos chegar perto do portão do palácio, mas sem muita visão para assistir ao “espetáculo”, que começaria as 11:30.

E aí estão os soldados da rainha

Tudo por uma foto
A multidão tomava os portões, as ruas e o parque em frente ao palácio, o que nos deixou impressionados. Bem, definitivamente a troca da guarda se tornou um show à parte da realeza. O “espetáculo” é de aproximadamente 45 minutos.

Todas as ruas por onde passa a guarda da rainha são fechadas. 
De lá, seguimos para Notting Hill (post aqui) para almoçar e conhecer o bairro.

Voltamos para o hotel para descansar, pois mais à noitinha tínhamos um concerto para assistir, a Orquestra Filarmônica de Londres, no Royal Festival ao Hall, ao lado da London Eye.

A London Eye à noite
Já era noite quando passamos pela Hungerford Bridge ou Golden Jubilee Bridge para chegar ao Southbank Centre. Aproveitamos para fotografar a London Eye e o Parlamento à noite. Que vista!

Só o Southbank Centre é também uma atração à parte. O complexo artístico e cultural ocupa uma grande área na margem sul do rio Tâmisa. O Southbank Centre abriga além do Royal Festival Hall, o Queen Elizabeth Hall, Purcell Room, a Hayward Gallery e a Saison Poetry Library. O espaço também oferece uma grande variedade de restaurantes, cafés e lojas.

O Big Ben e o Parlamento à noite. À esquerda, parte da London Eye
Assistimos um concerto da Orquestra Filarmônica de Londres. A Filarmônica de Londres é uma das maiores orquestras do Reino Unido. O local é espetacular e abriga além da filarmônica, espaço para exposições e shows. A escolha do Edu foi o concerto para violino nº 5, de Mozart, e  a sinfonia nº 7, de Bruckner.



A ampla sala com 2900 lugares
O regente Stanislaw Skowaczewski
Fizemos um lanchinho antes de dormir no Pret A Manger. Esse local foi um achado, tem em todos os lugares em Londres. É só olhar para os lados e tem um Pret. Viramos fãs. Fiquei viciada no Pre au Raisen (tipo de um rol de passas com canela) e o Edu, pelos croissants e um sanduiche que tinha abacate. O Pret foi lugar do qual gostamos muito, que dedicamos um post exclusivo para falar dele.

London Eye | Trafalgar Square | Chinatown


Conhecer a London Eye era um passeio que estava em nosso roteiro, mas não sabíamos qual seria o dia, pois aguardávamos um dia claro, com sol e de preferência com céu azul. Era pedir muito para uma cidade cinzenta como Londres? Of course not!



Pois bem, numa gloriosa manhã de sábado, 27/10/13, fomos presenteados com sol e um céu muito azul. Era o que esperávamos para conhecer a London Eye.

Como não optamos por comprar ingressos antecipados (além de ser caro, corríamos um grande risco de o dia estar nublado e chuvoso), além também, se decidíssemos comprar na hora, dependendo do horário que chegássemos, também correríamos o risco de pegar mínimo umas 4 horas de fila.

Pois bem, saímos bem cedinho e rumamos para a grande roda gigante. E não é que tudo estava a nosso favor? A fila estava bem pequena e não demoramos sequer 15 minutos para comprar os ingressos.


Comprados os tickets, nos dirigimos para assistir um vídeo em 4D. O vídeo era uma apresentação com belíssimas imagens da London Eye e de todo os entorno da grande roda gigante a partir da visão e do vôo de uma ave. 

Com duração de aproximadamente 5 minutos, tivemos experiências sensoriais com cheiros, temperatura, gotículas de água e até neve. Simplesmente emocionalmente e deu para ter uma clara noção do que seria a experiência, e aguçar ainda mais nossa ansiedade.

A fila para chegar à roda gigante não era pequena, mas nada que nos desanimássemos. Enquanto isso, tiramos fotos e mais fotos. 


Menos de 1 hora depois, estávamos dentro de uma das cabines. A lotação de cada cabine é de aproximadamente 20 pessoas. Ali, mais parecia uma "cabine de Babel", tamanha a quantidade das diferentes línguas faladas!


A rotação da roda gigante é lenta, o que permite fazer muitas fotos num ângulo de 360 graus de toda a Londres. Na medida em que ela vai subindo, tem-se uma vista espetacular de toda a cidade. É possível avistar o Palácio de Buckinghan, a Catedral de St. Paul, as curvas do Rio Tâmisa, o Big Ben, a Abadia de Westminster...


O Palácio de Buckingham...
A Hungeford Bridge, a Golden Jubilee Bridge e a Waterloo Bridge
A cabine por dentro

O bom tempo e o céu azul nos reservaram uma paisagem deslumbrante, e nos permitiu registrar belas fotos.

O Big Ben e o Parlamento
A City of London e o The Shard em destaque
Terminado o passeio, notamos que a fila já estava quilométrica. Moral da história: para passeios concorridos acordar cedo faz a diferença.

Às margens do Tâmisa, a Westminster Bridge, Big Ben e o Parlamento

Antes de almoçarmos, passeamos por algumas ruas e fizemos alguns registros até chegarmos a Trafalgar Square. 




A famosa praça que costuma abrigar grandes comemorações e protestos era palco de evento da NFL (Liga
de Futebol Americano). A praça estava tão cheia, que mal dava para ver a fachada da National Gallery.


A National Gallery e o evento da NFL

A Nelson´s Column e o Rei George IV
Para almoço pensamos no Jamie Oliver, que também estava em nosso roteiro. Escolhemos o Jamie´s Italian em Covent Garden. Chegamos relativamente cedo para o horário, e uma mesa já estava a nossa espera! Após explorarmos o cardápio, pedimos bebida, entrada, salada, prato principal e sobremesa. Comida deliciosa e atendimento super. Recomendamos!

Uma Birra Messina pra começar...
Entrada

Salada de folhas verdes e radicchio

Polpettone com polenta

Filé mignon com salada

Brownie com sorvete de creme


Após a comilança, saímos para explorar a região onde se concentram os grandes espetáculos. Trata-se da West End, considerada a Broadway Londrina. 


Os famosos musicais se encontram lá, entre a Shaftesbury Avenue, Leicester Square e o Covent Garden


De lá, caminhamos até a London Chinatown, que fica no Soho, em Westminster. Ali, vê-se um pedaço da China em Londres, com seus exóticos restaurantes, padarias e tradicionais lojas da cultura oriental.


Pato assado

Especialidade de Chinatown
Já bem cansados, ainda tivemos fôlego para passar pela Bond Street e caminhar até o Hyde Park. O dia já estava indo embora, junto com nossas forças...

Bond Street
O dia todo esteve com um clima ótimo e com temperatura agradável. Foi tudo perfeito e o dia muito rendeu. Estávamos cansados, mas muito felizes.

Hamleys Toy Shop

Já estávamos praticamente no fim da nossa viagem e uma pontinha de tristeza começava aparecer. Isso significava que precisávamos começar a pensar o que comprar de presentinhos e souvenires.

No dia 29/10/12, saímos do hotel direto para a Oxford Street para fuçar algumas lojas. A Oxford Street é sem dúvida um shopping a céu aberto, mas muito melhor que um shopping.


Ali se concentram as principais lojas de departamentos londrinas como a Selfridges, House of Frasier, John Lewis, Mark & Spencer, etc, e também as não menos conhecidas e famosas H&M, GAP, Primark, Top Shop, Boots, etc. Definitivamente uma completa perdição para os bolsos. 

Fomos conhecer a Hamleys Toy Shop, considerada a maior loja de brinquedos de Londres.



"Legolândia"

Rainha Elizabeth de Lego
De fato a loja é um espetáculo. Ali você pode se perder tamanha a quantidade de coisas diferentes. 

Charles, Kate e William
Fofuras de todos os tipos e...

... fantoches pra fazer gracinhas...
A loja estava tão cheia que era impossível caminhar por qualquer setor. Exploramos rapidinho, tiramos algumas fotos, compramos o presente do nosso sobrinho e saímos dali correndo.

Loja lotada. Mal dava para andar...
Londres em nossa opinião é uma das cidades mais caras do mundo pra tudo. Por isso, a recomendação é gastar com muita parcimônia se não quiser ir à completa falência. Era dureza e assustador ter que praticamente multiplicar por quatro os preços dos produtos que nos despertavam interesse. Com essa simples continha, era muito fácil desistir de comprar qualquer coisa! (risos).

O The Clachan 
Já era hora do almoço quando escolhemos um pub para almoçar. Ali, bem pertinho da Oxford Street, encontramos o Clachan. Um pub com uma fachada muito bonita. 


Aliás, os pubs londrinos são uma atração à parte, com suas fachadas imponentes e bem decoradas.

Fizemos um almoço rápido, pois já era tarde, e ainda tínhamos outro museu para conhecer.

Hambúrguer com fritas

Steik com fritas e salada
Após o almoço seguimos para conhecer mais um museu, o Victoria and Albert Museum Considerado o como o maior museu de arte e design do mundo - post aqui.

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