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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Ora Pois! - São Paulo/SP

Já tínhamos falado do Ora Pois! em 2009, e como é bom, merece um replay e compartilhamento.

Quando pensamos em restaurante português na cidade de São Paulo, pensando no Ora Pois!

Localizado no bairro da Vila Madalena, na capital paulista, o Ora Pois! É um restaurante com um excelente custo benefício, se comparado a outros portugueses estrelados da cidade.

O Edu ama pratos com bacalhau. Eu, honestamente passei a apreciar há pouco tempo, talvez pelo fato de ainda não ter comido um prato de bacalhau decente em toda a minha vida.

Pois bem, no Ora Pois! você começa a se deliciar com o couvert, regado a azeitonas pretas miudinhas (sabor sensacional) e mini pães franceses com manteiga aviação. Mesmo com esse couvert, você não pode deixar de pedir uma porção de bolinhos de bacalhau. É sensacional!

O cardápio é muito rico e oferece pratos com bacalhau preparado dos jeitos mais variados...

Couvert com azeitonas pretas, pão e manteiga
e de entrada, bolinhos de bacalhau 
Pedimos - de novo - o Bacalhau à Bráz: bacalhau desfiado, cebolada e batatas fritas tudo misturado com ovos, acompanha arroz.

Bacalhau à Braz
Outra boa pedida é o Bacalhau com Natas (meu preferido): bacalhau desfiado com cebolas, creme branco à base de natas e batatas fritas gratinado acompanha arroz

Ah! carta de vinho é boa e variada!

O Ora Pois! é um restaurante muito procurado, principalmente aos domingos. Se não quiser amargar uma espera de mais de uma hora, é melhor chegar cedo. Já chegamos a ver fila de espera por volta das 15:30/16:00 horas.

Além do da Vila Madalena (R. Fidalga, 408 - Vila Madalena - Tel.: 11 3815-8224), há outra unidade na Serra da Cantareira (Estrada da Roseira, 8.018 - Serra da Cantareira - Mairiporã. Tel.: 11 4485-0245), e em Guarulhos (Rua Josephina Mandotti, 196, Jardim Maia - Guarulhos/SP,  Tel: (011) 2408.1210).

J Garcia - Santos/SP

O J Garcia é um dos nossos restaurantes preferidos quando estamos em Santos/SP.


Além da excelente comida a um preço muito honesto, você pode desfrutar de uma bela vista para o mar (fica na ponta da praia), e ver vários navios chegando e saindo do Porto de Santos.

Famoso por seus peixes e frutos do mar, o cardápio do  J Garcia também oferece pratos com carne, frango e massas variadas.

Kebab de meca, arroz com pupunha e farofa de banana
O Kebab de Meca: meca (peixe) no espeto, grelhado com pimentões e cebola, guarnecido com arroz branco (trocamos por risoto de pupunha) e farofa de banana. A combinação de sabores é espetacular. O prato serve  até 4 pessoas.

Se não quiser esperar muito tempo por uma mesa, é recomendável chegar entre 12:30/13:00 horas.

O J Garcia fica na
Av. Almirante Saldanha da Gama, 77 - Ponta da Praia
Santos/SP
Tel.: 13 3261-3862

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Camden Town


Após visitarmos o Museu da Ciência e almoçarmos, fomos conhecer Camden Town.


O famoso bairro reúne particularidades que não existem no burburinho de Londres - Piccadilly Circus, Oxford Street e afins. O bairro se projetou ainda mais por causa da Amy Winehouse e suas estripulias.

Camden High Street, bem ao lado do metrô
Essa rua é a porta de entrada para todos os Camdens



No Canal Market tem comida de todos os tipos

Camden Town tem também canais...
...passarelas
Bem diferente dos de Veneza, na Itália
Não têm gôndolas, mas tem passeio de barco pelos canais.
Já tínhamos ouvido muitas histórias sobre o bairro, e estávamos curiosíssimos em conhecer esse apêndice dentro de Londres.

Tá com fome?

Têm as comidas mais exóticas de várias partes do mundo
Até a brasileira!
Foi em Camden Town que nos deparamos com pessoas pra lá de exóticas, punks, gente muito tatuada, com seus cabelos pintados de cores variadas, e com muitos piercings. Naquele mundo diferente e ao mesmo tempo normal (para eles), os esquisitos somos nós.


As ruas estavam lotadas e misturadas com seus “nativos” e seus turistas curiosos como nós atrás não sei do quê? Talvez em saber e conhecer um pouco como é viver "off-London".

Camden Town também abriga um conglomerado de mercados, o Inverness Street Market, Camden Lock Market (uma antiga serralharia e carpintaria), Buck Street MarketStables Market (antigo estábulo), Camden Canal Market e o Electric Ballroom

Bugigangas para todos os gostos...
Nesses mercados você compra de tudo, desde roupas vintage, artigos relacionados com o punk e o gótico, antiguidades, quinquilharias, coisas bizarras, e também há comidas dos quatro cantos do mundo nos quiosques e restaurantes.



Se quiser curtir um pouco mais, tem até drogas (eu tô fora!). Um fato curioso foi quando eu estava passando por uma das pontes, quando um rapaz muito jovem passou ao meu lado falou no meu ouvido “wanna hash?”. Bem, fingi que nem ouvi e continuei andando. Se fiquei surpresa? Nem um pouco!

Gostamos muito do Camden Stables Market. Ali funcionava um antigo estábulo e hospital de cavalos, e atualmente é um grande comércio, um labirinto com mais de 500 lojas onde você compra roupas vintage, de segunda mão, CDs, artigos asiáticos, livros usados, artigos cult, excentricidades diversas e os mais variados tipos de comida. Já o que restou do estábulo são as muitas esculturas equinas espalhadas.

Bares, restaurantes e música ao vivo


O antigo estábulo
Há esculturas de cavalos por todos os lados

Camden foi um dos lugares que mais gostamos em Londres. Queríamos muito ter voltado durante o dia, mas não deu tempo. 

Se você for à Camden Town desprenda-se e divirta-se!

Na volta pro hotel, eis a campanha do novo filme do James Bond, o Skyfall, no metrô. Temos visto campanhas do filme por toda a Londres - em ônibus, táxis, cartazes, etc. Soubemos depois que a pré-estreia ocorreu no dia 23/10/13 no lendário Royal Albert Hall, com pompa e tudo. O Príncipe Charles e sua Camila estiveram lá.  O lançamento mundial estava para 26/10/13.

James Bond na estação Camden Town
Muitos elogios por parte da crítica rolavam solto pela imprensa inglesa. Disseram até que esse era o melhor da série.

Nota: assim que chegamos no Brasil, fomos assistir, e gostamos muito. Pelo menos, dos filmes com o Daniel Craig, esse foi o melhor.

Voltamos para o hotel, mas antes passamos no Pret A Manger (de novo) para um lanchinho e cama!

British Museum | Science Museum | Victoria & Albert

O que Londres reserva em termos de cultura é algo excepcionalmente rico. E o mais incrível de tudo isso, é que as maiores e melhores atrações turísticas, neste caso os museus, são inteiramente de graça. Isso mesmo, não se paga 1 pound sequer pra visitá-los!

Nosso domingo foi reservado para um museu - o British Museum. Passar o dia dentro de museus foi uma estratégia que adotamos para quando o tempo não estivesse favorável, isto é, nublado, garoando ou frio.

Não queríamos perder de maneira alguma dias ensolarados pra ficar dentro de museus. Então, os aplicativos de previsão do tempo se tornaram nossos companheiros, e estávamos ávidos por um dia de sol. A London Eye estava à nossa espera.

Nosso café da manhã foi na rua mesmo e no McDonald´s. Tomamos um café da manhã inglês (meio fake) - um Breakfast Wrap (com carne suína, ovos, bacon, queijo e batata rosti), e um Sausage & Egg McMuffin, (também com carne de porco, ervas, ovos e queijo) - e  café.

Após esse "breakfrast" seguimos para o museu. Uma fina garoa caía sobre a cidade. Guardamos nossos pertences na chapelaria, compramos o mapa do museu (2 libras) para nos guiar e fomos aproveitar.

A espetacular Great Court

Projetada pelo arquiteto britânico Norman Foster
O British Museum abriga muitas antiguidades, dentre elas egípcias (múmias e sarcófagos), objetos da Babilônia, Pérsia, Mesopotâmia e Palestina, e peças gregas romanas e da idade média. A visitação é de graça, e o melhor, é permitido fotografar , no entanto, o uso do flash não é permitido em algumas peças. É só prestar atenção na sinalização.

E o tour começa por aqui...
Estas esculturas ficavam expostas na entrada do 
Palácio do Rei Ashurnasirpal II, em Nimrud, 883-859 A.C.
Hieróglifos do sarcófago de Ankhnesneferibe, aproximadamente 530 A.C.


Leões com cabeças humanas. Estas esculturas ficam na entrada do
Palácio do Rei Ashurnasirpal II, em Nimrudi, 883-859 A.C.

Máscara mosaico turquesa asteca-mixteca, 1400-1521 D.C.
Serpente de duas cabeças asteca-mixteca
em mosaico turquesa - 1400-1521 D.C.
Chegamos a planejar que terminaríamos até a hora de almoço, pra sair do museu e comer fora. Ledo engano, pois sequer tínhamos visitado metade.

Nós já estávamos um pouco cansados de andar. Honestamente pra visitar um museu da magnitude do British precisa ter condicionamento físico, porque caminhar devagar para observar as obras é muito cansativo. Sofremos um pouco de dor nas costas. Há bancos em todas as partes do museu. Claro que não perdíamos a oportunidade.

Uma das várias alas do museu. 
Decidimos ver como era o restaurante do museu. A escolha não poderia ter sido melhor. O Gallery Café tem em seu cardápio tortas, sopas, saladas e sanduíches.

Quando chegamos, havia um buffet com três tipos de pratos, que incluíam opções de acompanhamento. Nós optamos pelo haddock gratinado com queijo, e de acompanhamento, legumes no vapor e batatas. Prato delicioso.

Haddock gratinado
Após o delicioso almoço e com as energia recarregadas, voltamos a explorar o museu.

Monumento de Nereid, Xanthos, 380-390 A.C.


Lely´s Vênus Afrodite, século I ou II A.C.
Votiva de mármore dedicada à deusa Artemis Bendis
Feito em Atenas, cerca de 375-400 D.C.

Mithras matando o touro. Escultura em mármore romana.
Século II D.C. - Roma - Itália
Uma das alas muito interessante são as das múmias egípcias. O museu abriga uma grande coleção que impressiona. Além das múmias e sarcófagos, você pode saber sobre as técnicas de mumificação e a importância dos rituais.

Sarcófago



Na ala com obras da Ásia, há esculturas e obras indianas, chinesas, japonesas, coreanas...

Buddha em ferro, dinastia Goryo - 900 -1100 A. C.
Caixa em madeira esculpida com motivos sacros
e inscrições em holandês - cerca de 1500 - 1530
A visita ao Museu Britânico foi inesquecível. Ficamos ali praticamente metade de um dia. Conhecer os três andares do museu em apenas um dia é impossível. Pretendemos voltar, com certeza.


Saímos do museu quase no início da noite e voltamos do hotel. Descansamos um pouco, e logo mais saímos para jantar hum pub próximo do hotel.

Chegamos no Earls Court Tavern e encontramos uma atmosfera de Halloween.

Trick-or-treat?


Com teias de aranhas, chapéus de bruxas e abóboras pelo salão, uma grande festa aconteceria mais tarde.

Começamos com o tradicional - a Guinness!


E o não menos tradicional fish and chips.

Fish and chips: peixe frito, batata frita e molho com maionese.
Uma bomba calórica. Quem se importa?
Detalhe: não espere nenhum garçom vir até a sua mesa. Em qualquer pub de Londres é assim: a bebida você paga e pega ali mesmo no balcão. Os pratos também, você pede, e depois de pronto, eles te levam na mesa e só. Terminou? É só levantar e sair. Se o serviço foi legal você deixa ali mesmo uma gorjeta.


Science Museum

Nossa manhã de domingo, 28/10/12,  foi reservada para conhecer mais um incrível museu - o Science Museum. Do hotel, a pé, chegamos em poucos minutos.

Um detalhe curioso durante o trajeto, foi quando numa rua simpática (e aparentemente) tranquila, nos deparamos com um aviso da polícia, alertando sobre furto de automóveis.

Fizemos uma rápida pesquisa e descobrimos que membros do London Borough of Kensington and Chelsea se reúnem com a polícia para discutirem assuntos de interesse, principalmente no que tange a segurança do bairro. Alertar sobre furto de automóveis e pertences de dentro dos mesmos é um deles. Notamos que a comunidade participa ativamente para manter o bairro seguro e sempre em ordem. Excelente! 



O Science Museum está localizado num quadrilátero de museus. Na mesma praça estão o Victoria and Albert, o Natural History, Geological Museum.

Museu da História Natural. Não deu tempo de irmos..
Faltavam poucos minutos para a abertura, mas já havia uma concentração de pessoas. Fila rápida e já estávamos dentro do museu.


Considerado um museu interativo, o Science Museum abriga uma livraria com mais de 500 mil itens que incluem arquivos e obras originais de Einstein a Newton.


Há também as coleções, com um acervo de mais de 300 mil objetos oriundos de culturas ocidentais, tecnologia e da medicina desde 1700.


Uma das galerias que passamos horas conhecendo foi a da aviação. Ali se encontram expostas aeronaves e suas realizações tanto na aviação inglesa quanto na aviação mundial.





Como não poderia deixar de ser, réplicas do 14 Bis de Santos Dumont também estão lá.

14 Bis

Demoiselle
O supersônico Concorde
Também, um Boeng 747, literalmente fatiado está ali para se conhecer a estrutura e de como é por dentro uma das maiores aeronaves da aviação contemporânea.

Boeng da British Airways fatiado

Fatia do Boeng 747
Além das aeronaves, com mais de 100 modelos, ha uma série de exposições comemorativas associadas com o vôo pioneiro de balão.


Visitamos também a The Making Modern World, uma galeria contendo uma série de objetos excepcionais da tecnologia à ciência, e de grandes eventos que transformaram o mundo.


Um dos destaques é a cápsula original da Apollo 10, missão que levou em 1969 homens à órbita da Lua e testou um modelo do módulo lunar, que seria utilizado dois meses após na próxima missão, Apollo 11, que finalmente levou os homens a pisar na Lua.

Módulo de comando da Apollo 10 - 1969


Nota-se na base cápsula desgastes causados pela reentrada na atmosfera
O Ford T 1916. Quem não lembra? Revolução Industrial, Fordismo, Henry Ford...

Michaux Velocípede - 1867
Locomotiva Columbine  - 1845

Locomotiva Puffing Billy - 1814
Outro destaque é  foguete V2, sendo o primeiro míssil balístico criado. Desenvolvido na Alemanha nazista, mais de 3000 unidades foram lançadas sobre seus inimigos com 1 tonelada de explosivos cada. Fato curioso é que um dos principais desenvolvedores da V2, o engenheiro alemão Wernher von Braun, foi capturado pelos americanos após a II Guerra. Ele viria a se tornar na NASA o diretor do projeto Saturno, foguetes que levaram as cápsulas do projeto Apollo à Lua.

O V2 Rocket  - 1945


Terminamos de explorar o museu e já estávamos famintos. Ali mesmo pela região, encontramos o Pierino Pasta Pizza (37 Thurloe Place, SW7 2HP) e entramos. Restaurante aconchegante, comida deliciosa e com atendimento atencioso.

Vinho e água italianos, claro!
Entrada: pizza!

Gnocchi

Filé de frango, com puré de batatas e legumes

Victoria & Albert Museum

No dia 29/10/13, fomos visitar o Victoria and Albert Museum. Considerado o como o maior museu de arte e design do mundo.


O Victoria and Albert ou V&A, abriga coleções de obras de arquitetura, fotografia, joias, pinturas e moda, que vão desde o medieval, renascentista, barroco, rococó, gótico até o contemporâneo. Além do acervo fixo, o museu também promove exposições variadas e diversas coisas ligadas ao mundinho fashion.


Destaca-se no piso térreo do museu os Cast Court Collection, que são moldes de gesso em tamanho real das mais importantes obras de artes da Europa.

O que é a The Cast Collection? 
Como é o processo técnico? A primeira etapa na produção de um molde é a obtenção de moldes de gesso a partir do original, utilizando um agente de separação para evitar a aderência de gesso para a superfície. Os moldes a partir daí, são feitos em várias etapas. Os moldes de peças são então colocados em um invólucro exterior, e o seu interior revestido separadamente, e o gesso molhado é derramado dentro do molde.

Puerta de la Gloria - 1188
Catedral de Santiago de Compostela

Detalhe da Puerta de la Gloria
Quando estivemos lá, a exposição que estava em cartaz era a “Hollywood Costume”, que reúnem figurinos de diversos filmes como: a fantasia de pirata de Jack Sparrow em "Piratas do Caribe", o vestido branco de Marilyn Monroe em "O Pecado Mora ao Lado", o longo de Elizabeth Taylor em "Cleópatra", o vestido roxo de noite de Barbra Streisand em "Funny Girl", o casaco de Kate Winslet em "Titanic", o chapéu de Harrison Ford em "Indiana Jones", o vestido verde de Keira Knightley usado em "Desejo e Reparação", etc. A exposição é paga, e apesar da curiosidade, não fomos.

A Cidade Renascentista 1360 - 1600. Ao fundo, a Capela de Santa Clara

The Hedda ou "Offa´s Stone", esculpida com a figura dos
apóstolos e da virgem, cerca de 1850 - 1900
Catedral de Peterborough - Cambridgeshire - Inglaterra
Mercurio e Psiquê - cerca de 1865
Painel de madeira de Santa Margaret - cerca de 1520

São Jorge e o Dragão - cerca de 1480 - 1490

Ao centro, a Cruz, de 1894, e à direita, a Coluna de Trajano, de 1864
Como é a aquisição dos objetos

Exposição das cadeiras do Nendo´s Nimicry Chairs
King Chair - 2005

O Cristo morto com a Virgem, São João e Maria Madalena; a Pietá
Florença - Itália, 1510 - 1515
Pausa para o café na cafeteria do museu. Ali têm sanduíches, café, um chá, bolos, tortas...  


Amplo salão. Mas estava lotado!

Têm mesas na área externa.
Após o café, voltamos às obras.

Uma das esculturas que me deixou fascinada, foi a de Raffaelle Monti (1818 - 1881). A escultura reúne perfeição, graciosidade e pureza.

The sleep of sorrow and the dream of joy. (O sono da tristeza e o sonho da alegria).
Ressurgimento italiano, de Rafaelle Monti, 1861
O escultor italiano possui outras esculturas espalhadas por vários importantes museus pelo mundo. Raffaelle Monti nasceu em Milão, e estudou com seu pai, Gaettano Matteo. Foi em Londres, em 1848 que se estabeleceram.

Encontrei nesse Tumblr várias fotos de suas esculturas.

William e Judith Bollinger Gallery: coleção de jóias
Snuffbox (caixa de rapé). Peça do império otomano
 produzida em Genebra, Suiça - cerca de 1800
Bow (tazza) incrustada de moedas. Era utilizada como taça de vinho - 1619
Degraus de vidro da William e Judith Bollinger Gallery
E tem também "obras" da era moderna...

Cartazes antigos de show do Queen, Siouxsie & The Banshees...
Já perto da saída do museu...

Um dos balcões com ferro forjado - França - 1770
Detalhe do monograma central com chaves cruzadas de
"Ls" e "Cs" entrelaçados e apoiados por cães - França - 1770
The Hereford Screen - 1862
Balcão do museu com a The Hereford Screen ao fundo - 1862
O suntuoso hall do Victoria & Albert
O famoso lustre do vidro do design americano Dale Chihuly
Aproveitamos até o último minuto e saímos com o museu fechando as portas. Quando já estávamos na rua, o Edu se deu conta de que havia esquecido seu telefone celular em algum lugar do museu. Desespero total. Do meu celular, ligamos para o número do Edu e uma pessoa atendeu. Era um funcionário do museu. Final feliz? Certamente que sim. Em poucos minutos o celular já estava nas mãos do Edu.

Piccadilly Circus à noite
Para fechar o cair da noite, demos um pulinho até a Piccadilly Circus para apreciar seus letreiros iluminados, a movimentação e fazer mais algumas fotos.

Como já tínhamos passado por lá no nosso primeiro dia na cidade, nosso objetivo era comprar agasalhos de moletom e camisetas. Fizemos algumas pesquisas em outras lojas e vimos como a qualidade e variedade das roupas da Cool Brintannia é muito superior. Roupas não são itens baratos, mas em se tratando de um bem durável, a compra vale muito a pena (moletom £ 29,99 e camisetas de £10,00 a £25,00).


Piccadilly Circus: ao fundo a estátua de Eros,
 e a Lillywhites, grande loja de artigos esportivos
Passamos no Pret A Manger para um lanchinho, voltamos para o hotel e sentimos o cansaço. 

Visitas a grandes museus não é tarefa fácil, por isso, chegamos a seguinte conclusão: numa visita à qualquer museu, caminha-se devagar para apreciar as obras, e com isso, a fadiga vem bem mais rápido. 
Enfim, andar devagar cansa! Haja condicionamento físico.

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