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domingo, 22 de dezembro de 2013

Experimentando na Cozinha | Gnocchi de mandioca à bolonhesa

Texto e fotos: Helena

Fazer um gnocchi caseiro para muitos pode ser uma árdua tarefa se o ingrediente principal - a batata - não for adequado. Se não for aquela mais sequinha - batata asterix red - pode se tornar um pesadelo tamanha a quantidade de farinha que você pode vir a utilizar pra deixar a massa no ponto.

Por incrível que pareça, existem tantos tipos de batatas, e uma pode ou não ser adequada para determinados tipos de pratos. Se você quiser saber mais, existe até uma associação que fala TUDO sobre batatas. É a Associação da Batata Brasileira. Nesse site, além de você ficar sabendo tudo sobre esse delicioso tubérculo, você vai aprender diversas formas de usá-las para deixar seus pratos mais gostosos, e com a batata certa. É batata!


Embora eu aprecie pratos com batata, eu larguei mão de fazer gnocchi com elas exatamente pelo grau de dificuldade em achar o ponto certo da massa, sem que ficasse pesada por causa da farinha.

Eu já fiz gnocchi de mandioquinha, e achei bem mais fácil de trabalhar do que a batata. Mas com a mandioca, a história é outra. A massa é fácil de manusear, não gruda, e a quantidade de farinha é quase zero! Cabe agora escolher entre a mandioca branca ou a amarela.

A mandioca que eu usei para o prato de hoje, foi a amarela, comprada na feira, que já vem descascada e limpa. Usei farinha integral na massa.

E foi assim...

  • 1 quilo de mandioca
  • Sal a gosto
  • Cozinhe na água fervente e com sal a gosto (eu cozinhei num caldo de frango que eu mesma fiz). Passe pelo espremedor.
  • A seguir, acrescente a farinha de trigo comum ou integral (nem precisa muito como no caso da batata) e sal a gosto
  • Sove a massa até não grudar. Vá acrescentando farinha até chegar nesse ponto
  • Numa superfície enfarinhada, pegue porções da massa, vá fazendo rolinhos e corte com a faca
  • Ferva uns 2 litros de água com sal a gosto. 
  • A seguir, abaixe o fogo e vá colocando as bolinhas aos poucos até que eles subam à superfície. 
  • Retire com uma escumadeira e vá colocando no escorredor. 
O molho? Eu fiz um bolonhesa, mas vai bem com qualquer um: branco, pesto de manjericão...


Cozinhei o gnocchi em água fervente com caldo de frango que eu mesma fiz...


O molho bolonhesa também feito por mim. Um único senão, é que usei tomates pelados (sem tempero algum (leia-se glutamato monossódico).




E um italiano pra harmonizar...


sábado, 9 de novembro de 2013

Tasca da Esquina | São Paulo/SP

Por Helena

Ontem, 08/11, fomos celebrar no Tasca da Esquina, restaurante português na capital paulista. Celebramos 10 anos do nosso primeiro encontro, e um bom restaurante português pareceu ser o lugar perfeito. 


O Tasca da Esquina não é um português convencional. Primeiro porque ele é filial do mesmo restaurante em Lisboa, e segundo porque ali serve uma comida deliciosa – portuguesa, claro – que vai além do bacalhau. O ambiente e o atendimento não excelente. Alguns são funcionários são portugueses.

Nossa primeira experiência foi no Restaurant Week 2013, no almoço, e nunca mais esquecemos. Dessa vez, fomos para o jantar. 

Comandada pelo chef Victor Sobral, a casa serve pratos e iguarias portuguesas como: queijo de ovelha, sardinha, fígado de aves, morcela, bochecha de porco... 

O cardápio é bem organizado e você pode começar com “A Chegada” e pedir os deliciosos bolinhos de bacalhau ou uma porção de pastéis. Depois, você parte para o “Entretanto”,  que é onde estão listados pratos principais que vão desde o Atum Corado com Batata Doce, a Raia Cozida em Azeite, Lombinho de Porco ao Molho de Queijo da Serra, até os tradicionalíssimos pratos com bacalhau. 

Outra opção interessantíssima oferecida no cardápio é a de você fica nas mãos do chef. Isso mesmo, tem a opção no cardápio “Fique nas Mãos do Chef”, que é um menu degustação no qual o cliente opta por 4, 5, 6 ou 7 opções de pratos e quem escolhe os pratos é o chef. Você é apenas perguntado se tem alguma restrição a algum tipo de ingrediente.

Quer surpresa maior você não saber o que vão te servir?
Há também várias iguarias nos “Pestiscos” como Sardinha Empanada com Vinagrete, Moelas de Tomatada com Paio, Bochecha de Porco Temperada com Coloral Português e Tostas de Trigo. 

E assim, nós ficamos nas mãos do chef.  E os pratos foram: 

Pastéis de Carne e Salada Verde (molho delicioso carregado no alho)
Namorado ao Vinagrete e Purê de Feijão Preto
Paleta de Porco Preto (esse porco é alimentado apenas com castanhas) com Farofa de Torresmo e Chutney de Banana e Passas ao Rum
Não fotografamos a Sopa Fria de Maçã com Camarões e o Bacalhau com Natas...

 O vinho alentejano Eugênio de Almeida acompanhou as surpresas. 

O alentejano EA
Eu não resisti e pedi a sobremesa, o Pudim Abade de Priscos. Mas também tem Farófias, Creme Queimado... e mais doces portugueses.

Pudim Abade de Priscos
 O gran finale ficou com o café, acompanhado de um creme de arroz doce delicioso.

Café + Creme de Arroz Doce
O Tasca da Esquina fica na
Alameda Itu, 225 - Jd. Paulista
Tel.: 11 3141-1149

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Zé do Hamburger - São Paulo/SP

Por Helena

O Zé do Hambúrguer, no bairro das Perdizes, na capital paulista, é uma hamburgueria nada convencional.

Elvis, pin-ups, fusca antigo, Ford T...
 A atmosfera é contagiante, e você percebe logo com entra. Com uma decoração temática, alusiva aos anos 50 e 60, e um toque de “nos tempos da brilhantina”, só faltava ter uma pista de dança, porque até jukebox tem.

"Love me tender, love me true..."
Nas paredes você encontra fotos das famosas pin-ups e propagandas antigas da Coca-Cola. Em TVs antigas - e funcionam perfeitamente – tem sempre um filme antigo passando. 


Volta e meia está passando filmes que você já cansou de assistir como “Grease”, “Os Embalos de Sábado à Noite” e vários filmes do Elvis Presley

Pin-up
Os hambúrgueres são um caso à parte. Pelo menos até agora, em minha opinião, o Zé do Hambúrguer é de longe a melhor hamburgueria da cidade.

"Kiss me quick because I love you so..."
 
 
Estamos sempre por lá, comendo um hambúrgueres. E todas as vezes, fotografamos nossos pedidos, mas postar no blog que é bom nada!

Fritas com alecrim
Enfim, eis o post com as fotos. Pode parecer gulodice tantos hambúrgueres num post só. Só que não. Trata-se de alguns que já pedimos.

Diner Burger: Hamburger de picanha 150g, alface, tomate, bacon, molho de queijo, barbecue, onion rings.
Com um cardápio super variado, além dos hambúrgueres, você encontra saladas, porções, hot dogs... 

Hamburger de picanha 150g, cebola frita regada em barbecue e maionese artesanal.
Marylin: Hamburger tradicional, deliciosa pasta de queijo gorgonzola, alface, tomate e maionese, e De Minas: Hamburger de picanha 150g, cebola frita regada em barbecue e maionese artesanal.
E detalhe, se você tiver a fim de encher a cara, vai ter que ser de milk shake ou qualquer outra bebida que não contenha álcool, porque a casa não vende nenhuma bebida alcoólica, acredite! 

Rock N´Roll: Hamburger de fraldinha 200g com sal grosso grelhado, cheddar e cebola frita; acompanham fritas e maionese.
Xeriff: Pão preto australiano, rosbife suculento, cheddar, cebola frita regada no barbecue; acompanham fritas.
Olhando bem, nem faz falta, né?

Zé do Hamburger
Rua Caiubi, 1450 - Perdizes
São Paulo/SP

domingo, 20 de outubro de 2013

Expoflora 2013 | Holambra/SP

Por Helena

No mês passado fomos - mais uma vez - visitar a Expoflora, evento anual que ocorre entre os meses de agosto e setembro, em Holambra, no interior de São Paulo 

Holambra é uma Estância Turística localizada a 140 km da capital do Estado de São Paulo, e sua origem foi a partir do processo de imigração holandesa ocorrido logo após o término da II Guerra Mundial.

O pórtico da cidade
Diferente de 4 anos atrás - que estava meio nublado e nem tão quente - dessa vez o céu estava muito azul, com sol forte e com o pavilhão de exposições apinhado de gente.
Chegamos a ouvir numa rodinha de pessoas que lá dentro havia duas vezes a população de Holambra - a cidade tem um pouco mais de 11 mil habitantes.
E não é para menos, afinal, a Expoflora é a maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina. 


É um passeio super light e agradável, e você pode levar suas mães, avós... Elas certamente irão adorar! Além dos mais variados tipos de flores - que você pode levar pra casa - e os ambientes te inspiram com ideias pra adaptar e fazer na sua casa, além também de experimentar comidinhas diferentes.



O parque de exposições possui uma excelente infraestrutura, e mesmo com a lotação, eles conseguem dar conta e atender muito bem. 


Em várias partes do parque você encontra ambientes decorados com flores e ideias pra se inspirar...


Há também uma exposição de arranjos florais em uma grande área climatizada e até escura. Não conseguimos tirar boas fotos, mas conseguimos fazer fotos macro de algumas flores.

Orquídea phalaenopsis blue mistic
Uma das que fotografamos é a controversa orquídea azul, a phalaenopsis blue mistic. Alguns mitos e dúvidas pairam sobre orquídea, e se a cor azul é verdadeira. Fiz algumas pesquisas, e até onde se sabe, não é.  Sua cor azul é oriunda de uma tinta - não tóxica - aplicada no caule de uma orquídea branca, e assim, as flores abrem  em tom azul. Não são garantidas que as floradas seguintes também sejam com flores azuis.
Outra flor tingida que nos surpreendeu foram as rosas colombianas. Encontramos um arco-íris em suas pétalas! Tecnicamente falando é bonito, mas um tanto artificial...

Rosa colombiana tingida

Polêmicas à parte, ver esse tipo de "novidade" é até interessante, mas soa um tanto estranho e até  ousado transformar algo que já é naturalmente belo.

Chão forrado de Cantharantus roseus, mais conhecida como Maria sem vergonha



Após algumas andanças, fomos procurar um lugar almoçar. Encontramos o Casa Bela, restaurante de culinária holandesa. Havia uma espera que pensamos que levaria mais de 1 hora, mas nos surpreendemos quando em 20 minutos já estávamos fazendo nossos pedidos.

Pra começar, pedimos Kroketten (porção de bolinhos com molho de mostarda). Nada assim tão surpreendentes, mas foi suficiente para aliviar a nossa fome.

Vai um kroketten?

Pedimos dois pratos diferentes - cada um serve 2 pessoas . O meu e o do Edu foi o Stamppot Festival. Salsichão típico com 4 tipos de stamppot (purê): batata com rúcula, tomate e amêndoas; batata com cenoura; batata com chicória e gorgonzola; batata com alho poró e pesto. Simplesmente divino!

Stamppot Festival
Já nossas mães optaram por um prato com um nome um tanto complicado, o StampotWortel SpareRibs met Appelmoes (costelinha com purê de cenoura e purê de maçã).

StampotWorte SpareRibs met Appelmoes
Após o banquete, fomos explorar outro parte do parque. Ficamos tentados a fazer o passeio pelos campos de flores, mas desistimos, pois houve mudanças e apenas os campos de crisântemos podiam ser visitados (em outra visita, além dos campos de crisântemos, nós visitamos uma estufa com outros tipos de flores e plantações de rosas).


Tamancos holandeses
Moinho

Estávamos procurando por um café, quando paramos em frente ao Zoet en Zout e vimos ali tinha um doce muito diferente, o Rozen Gebak (doce de rosas). Não titubeamos e entramos.

Rozen Gebak (doce de rosas)

Pedi o tal doce de rosas e cheguei a conclusão de que não é tão gostoso quanto parece. O doce é feito com base de pão de ló, com uma mini carolina recheada com ganache de chocolate branco e bavaroise ao aroma de rosas.

Há outros docinhos como os tradicionais Appeltaart (torta de maçã), Abrikola´s (doce de damasco) e várias bolachinhas diferentes  (Speculaas, Amandel Kransjes, Krakelingen e Molentenjes).

Ainda havia mais atrações para acontecer quando decidimos terminar nosso passeio, pois nossas mães estavam cansadas. Começava a Parada das Flores (ainda teria a Chuva de Pétalas no fim do evento), quando fomos até o Shopping das Flores. 

As meninas se preparando para apresentar danças típicas holandesas
Achamos os preços das flores e plantas um tanto acima do esperado (já tínhamos um referência, porque antes de entrar no pavilhão de exposições, visitamos uma loja enorme no caminho pra cidade e achamos os preços bem interessantes. E foi de lá que acabamos levando várias plantinhas).

Denbrobium Nobile

Não levamos nada, mas ao menos consegui fazer macros bem interessantes e capturar detalhes incríveis de algumas orquídeas.

Cymbidium
Phalaenopsis Blue Mistic

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Postman´s Park | Londres



E começamos o primeiro dia de novembro em Londres! Uhu! Mas não era motivo pra tanta comemoração assim - era nosso último dia e apenas o período da manhã na cidade. Nosso vôo de volta à São Paulo estava marcado para às 21:25, tínhamos ainda portanto, a manhã toda para aproveitar as últimas horas e minutos. 

O dia amanheceu com muito sol – maravilha - com um céu espetacularmente azul, mas frio, muito frio. Percebíamos que a cada dia a temperatura caia cada vez mais... 


Após o café, rumamos para a City of London para conhecer o Postman's Park. Eu tive curiosidade em conhecer uma das locações do filme “Closer” (2004), com Julia Roberts, Judie Law, Natalie Portman e Clive Owen. Foi dali que a personagem de Natalie Portman escolheu o nome – Alice Ayres. 


Com a desculpa de que sua foto era feia, ela negou mostrar seu passaporte para o personagem de Jude Law (Dan), para não revelar seu verdadeiro nome – Jane Jones. Ela adotou o nome Alice Ayres quando eles se encontraram pela primeira vez, exatamente ali, no Postman´s Park. No final do filme, Dan descobre que foi totalmente enganado. 


Além da famosa placa da Alice Ayres, o Postman´s Park tem ali, guardado muita história. E por falar em história, uma das coisas bacanas que fizemos quando planejamos nossa viagem à Londres, foi procurar saber um pouco da história dos locais que visitamos. Associar a pesquisa às suas impressões enriquece e torna o passeio muito mais interessante. Você acaba procurando e vendo detalhes que podem não fazer sentido para outras pessoas. 



Localizado num lugar muito tranquilo, o parque foi formado a partir de áreas das igrejas de St. Leonard, Foster Lane e St. Botolph, e do cemitério Christ Church. O nome do parque foi derivado pela popular utilização dos seus jardins para o almoço dos funcionários das proximidades de Old Post Office. 


O parque foi estabelecido para um jardim público em 1880. E é ali, no The Watts Memorial que há uma enorme parede com os registros, cada qual em uma placa, dos feitos heroicos de homens, mulheres e crianças comuns que perderam suas vidas para salvar outras. 


Assim, esse memorial foi erguido para celebrar o Jubileu de Ouro da Rainha Victoria em 1887
 
A seguir, passamos pela Catedral de Saint Paul com um belo céu azul. Tiramos algumas fotos e cruzamos a The Millenium Bridge. 

Memorial dos Bombeiros

Em frente à Saint Paul, passamos pelo Memorial dos Bombeiros, com três estátuas de bronze que representam os bombeiros em ação no auge da Blitz. O memorial foi erguido em honra e memória daqueles que perderam suas vidas em defesa do país entre 1939 e 1945.

  
Conhecida como a Batalha da Inglaterra, a cidade de Londres foi bombardeada pelos nazistas, causando muita destruição. Assim, tanta coragem dos ingleses resultou na derrubada de muitos caças alemães. Também, a destreza da força aérea britânica e a eficiência dos seus radares fizeram com que a Inglaterra vencesse.

O que se vê hoje é uma cidade com tanto encanto, que é difícil crer que Londres já passou por tantas coisas. E a história está aí pra contar.

Já do outro do lado da Millenium Bridge, você tem uma belíssima vista da cúpula da Saint Paul. Apesar do sol e do céu azul, ventava muito, e estava muitíssimo frio, quase insuportável.
The Millenium Bridge com a Saint Paul ao fundo
Pela música, parecem ser do leste europeu
Fizemos nosso último lanchinho no Pret a Manger, pertinho das ruínas do Winchester Palace.  Aproveitamos para ver.

Ruínas do Winchester Palace
 As ruínas meio que apareceram no nosso caminho - estávamos indo para a Tower Bridge - por isso, não precisa pagar ingresso ou entrar em recinto algum para vê-las e saber um pouco mais.
Do século XII, Winchester Palace foi a residência dos bispos de Winchester, próximo do convento medieval, que hoje é a Catedral de Southwark. 

Ruínas do Winchester Palace
O The Shard é um edifício que você vê de qualquer parte da cidade. É uma atração turística e tem visitação. Não foi dessa vez que o The Shard entrou no nosso roteiro, porque ele ainda não estava aberto para visitação.

O The Shard
Não nos cansamos de fotografar essa belezinha, a Tower Bridge, dessa vez, atrás da moderna Prefeitura de Londres.
 
A prefeitura de Londres à direita, e ao fundo, a Tower Bridge
E a Torre de Londres que também não visitamos. Londres oferece tantas atrações, que você precisa selecionar muito bem o que visitar para não se perder no tempo... Vai ficar para a próxima visita.

Torre de Londres

A Tower Bridge

Detalhes da Tower Bridge (não estou falando dos pombos! rs)
Ao fundo, o 30 St Mary Axe, mais conhecido como Gherkin. 
Abaixo, a Torre de Londres. Olha quantos turistas! 
Tower Bridge
A igreja de St. Martin-in-the-Fields

007 everywhere...
02:50 p.m. - quase na hora de ir embora

Os contornos do Big Ben e o Parlamento
Uma última olhada na London Eye...

Quase 03:25 p.m. - acabou! Voltar para o hotel, pegar as malas e... aeroporto!
Encerramos nossa viagem com belíssimos registros de final de tarde dessa cidade linda, vibrante e apaixonante, e com o Big Ben insistindo em nos avisar que era a hora de partir.

Bye Bye London!

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